A literatura precisa de um propósito ou pode sobreviver apenas pela força pura da verbalidade? Sem uma resposta e com várias dúvidas, embarque nesta jornada de textos, quebras, rascunhos e experimentaçes que celebra o desproposito da literatura e, ao mesmo tempo, consagra seus traços mais intimos: a ambiguidade, a oscilaço, a ironia, o sarcasmo, a imperfeiço. Neste livro, dividido em tres partes (O Conto, A Poesia e A Anedota), o leitor viajara por um terreno incolume e incerto, porem repleto de possibilidades e, como a rotina da escrita criativa, fascinante enquanto inconstante, dinamica enquanto sem rumo. Para alguns, sera uma expresso virginal do exercicio livre de generos literarios (e outros generos textuais mais raros na literatura). Para outros, a busca de um escritor, dialogico com o lado de fora, pela iluminaço e pela força de usufruir daquilo que a literatura pode oferecer. De um jeito ou de outro, se as linhas tiraram o silencio da folha de papel, esta valendo.